10 Coisas Sobre Swing que Você Precisa Saber

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10 Coisas Sobre Swing que Você Precisa Saber

Então vocês tiveram a grande ideia de ir pro swing, começam a pesquisar sobre o assunto, encontram um monte de casas de swing, um monte de blogs, um monte de dicas e vão formando mentalmente uma expectativa sobre o que é o swing e como chegar às vias de fato – transar trocado.

O que vocês não sabem é que entre o começo das pesquisas e o swing propriamente dito existe um caminho, muitas vezes longo e complicado, e é por isso que hoje vamos listar algumas coisas que achamos importante que os “pré-candidatos” a swinger precisam saber.

1 – Não adianta ter pressa.

Poucos são os casais que chegam rapidinho no objetivo, a grande maioria leva um bom tempo até praticar o swing propriamente dito. É culpa dos casais? Não, não é, acredito que seja mais um reajuste (cultura, intrapessoal e interpessoal) e cada pessoa leva um tempo diferente nessa questão. Nem sempre o casal chega no reajuste ao mesmo tempo, às vezes acontece do marido se ajustar rapidamente enquanto a esposa precisa de mais uns meses (ou vice-versa). Mesmo nesses casos, é importante que um espere pelo outro, afinal a identidade no swing não diz respeito só a uma pessoa, mas ao casal em si.

2 – O casal é a peça-chave.

Por mais que vocês sejam liberais e permitam que o parceiro saia sozinho, vocês estão entrando num mundo onde o casal passa a ter uma única identidade. Um estará vinculado ao outro, sempre, mesmo que o outro não esteja presente. Em alguns círculos, quando o parceiro não vai a algum evento o outro prefere não ir também, mesmo sendo liberado para curtir o meio sozinho.

3 – Casa de swing é pra ver e ser visto.

Casais swingers vão nesses lugares pra dançar, pra beber, pra se divertir, pra comemorar um evento, pra conversar, pra ver os amigos e conhecer pessoas novas. A maioria deixa o sexo para outros ambientes como um motel, um flat ou a própria casa. Aí sim, o swing rola como deveria ser: troca de parceiros.

4 – Existe um forte senso de comunidade.

Incrível como isso é verdade. Já conheci diversos casais que não tem um convívio tão fraternal com a própria família como tem com a comunidade swinger. Talvez pelo fato de dividirmos nossa maior intimidade uns com os outros, talvez porque a gente se identifica com o mesmo pensamento, talvez por sermos discriminados por agirmos diferente da sociedade. Um defende o outro, um protege o outro, um ajuda o outro e assim vai se formando um forte laço comunitário entre aqueles que praticam o swing.

5 – Espere ser apedrejado.

Mesmo não contando pra ninguém que você faz swing, espere o pior de quem não é do meio. Lembre-se que você também já pensou como ele. Que enfiaram na sua cabeça que sexo só se faz com a amante (com a esposa você faz amor por obrigação); que mulheres não gostam de transar (alguns acham que a mulher não tem nem o direito de sentir prazer!); que fazer swing é coisa de corno e puta (engraçado… no swing, se a esposa fica com outro cara é porque o marido também fica com outra mulher. Não existe infidelidade no comum acordo!). Conforme você entrar no swing vai perceber que aqueles que mais falam mal dos swingers são os que mais gostariam de viver nesse meio, e por algum motivo, não conseguem se libertar das rédeas culturais e psicológicas que os prendem.

6 – O sexo não será constante.

Ser swinger não quer dizer que você vai transar pra caralho. No começo sim, entre o casal principalmente, a quantidade e a qualidade vão aumentar e muito! É como uma injeção de tesão, vocês terão vontade de fazer sexo todo o dia, o dia todo. Normal. Com o tempo essa frequência vai diminuindo e vocês vão passar a dar mais importância à qualidade da transa com outro casal do que à quantidade de transar com outros casais. Transar por transar não vai mais fazer sentido e vocês serão mais seletivos no processo de busca por um casal pra swingar. Esse é o normal, mas é claro que tem casais que fogem à regra, tanto pra grande frequência de sexo quanto para pouca frequência.

7 – Beleza é fundamental.

E aqui a gente abrange todos os tipos de beleza que são capazes de conquistar e seduzir outro casal. Não adianta querer ser swinger e não ter o mínimo de cuidados consigo mesmo. Se vestir bem, ter boa comunicação, ser simpático, ajeitar os cabelos, uma boa maquiagem, fazer exercícios, recorrer à plástica, ser higiênico, etc, etc, etc… tudo para que você mesmo sinta-se bem ao olhar no espelho, automaticamente os outros também vão te achar bacana e as chances de chegar na troca aumentam consideravelmente. Fato.

8 – Swing no Brasil tem vida útil.

Por mais que exista campo e espaço para a prática do swing em todas as idades, quem vai chegando em uma fase mais madura prefere não mais se expôr em eventos, festas ou baladas – as grandes rodas que fazem o mundo liberal girar. Preferem se unir a outros com a mesma experiência em pequenos encontros, longe dos olhos curiosos mas num swing igualmente prazeroso. No exterior a cultura é diferente, é fácil encontrar casais em cruzeiros, baladas e casas de swing totalmente à vontade com seus corpos e com os olhares dos outros.

9 – Espere encontrar de tudo.

Onde tem pessoas tem fofoca, tem inveja, tem amor, tem união, tem mentira, tem presunção, tem orgulho, tem simpatia, tem gente do bem, tem covardia, tem coragem, tem panelinhas, tem gente aberta, tem que tomar cuidado. Tem gente que vai se fazer de amigo só enquanto você tem algo a oferecer, tem gente que te olha torto, tem gente que adora, tem gente que vai se tornar seu melhor amigo pra vida inteira, tem gente confiável, tem gente que vai querer te derrubar, tem gente que vai te ajudar a levantar. Onde tem pessoas, tem de tudo. Não será nada diferente da vida em sociedade PB (preto e branco significa que não é swing).

10 – Existe traição no swing.

É simples: o swing é um acordo entre o casal, você é livre pra transar com outros, eu sou livre pra transar com outros. Como serão os termos desse acordo é algo que cada casal deve definir aquilo que acham melhor para a relação deles e ninguém tem nada a ver com isso, só eles. Quando os termos desse acordo são quebrados a traição se instaura. Se foi acordado que nenhum dos dois vai fazer sexo oral em ninguém e um deles quebra esse termo, o outro vai se sentir traído. A traição no swing não se limita aos atos sexuais, ela paira também na questão do caráter. Se os dois decidiram juntos o que pode e o que não pode ser feito, é imprescindível para manter a saúde na relação que os dois cumpram o combinado. Sempre é possível refazer os acordos pré-estabelecidos para a prática do swing e ajustar os desejos às limitações.

 

 

 

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