Conto Erótico: Uma loucura deliciosa na CASA DE SWING e DENTRO DO TÁXI

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Conto Erótico: Uma loucura deliciosa na CASA DE SWING e DENTRO DO TÁXI

Hoje vou contar a minha história com minha esposa e da nossa casa de swing favorita. Nós optamos por nunca ir de carro para que possamos beber sem preocupações, então sempre voltamos de táxi.
Ela tem 35 anos, morena, alta com seus 1,70, culta e sem pudor. Eu tenho 40 anos com 1,81 de altura. Vale dizer que mulheres cultas são deliciosas na cama.

Temos um motorista que sempre nos atende nas idas e vindas da nossa casa de swing. Ele é um cara simpático, cabelo liso escorrido, malhado e alto. Quando pegamos o táxi com ele, minha esposa sempre usa uma roupa daquelas que gosto de dizer que foi feita “para matar”. Um vestido preto colado e curtíssimo, com decote fundo que mostra uma parte dos seios e salto alto agulha vermelho. Uma roupa própria para a ir ao swing.
O motorista sempre foi respeitador apesar de saber para onde nós íamos. Só que sempre o peguei olhando para as coxas da minha mulher e uma vez eu reparei que ele deu uma leve encostada com a mão. Ela também dava algumas olhadelas para ele.

Em um fim de semana, a convidei pra fazer algo audacioso. Nós pegamos o táxi com o cara de sempre, só que durante o percurso eu comecei a acariciar, com a língua, o pescoço da minha mulher que começou a dar gemidinhos de prazer. Passei a língua por todo o colo dela até descer pelo meio do decote do vestido vermelho dela. Com as mãos, peguei uma das pernas dela e coloquei em cima da minha de modo que através do retrovisor, fosse possível visualizar. Comecei a lamber seus peitos enquanto minha mão passeava pela calcinha já encharcada. Claro que o motorista já estava atento a nossa sacanagem e ainda brincou dizendo que a cena podia distraí-lo no trânsito. Mas sua voz estava embargada de tesão e tenho certeza que ele já tinha uma ereção.
Quando chegamos a casa de swing, já estávamos loucos de tesão. Logo já escolhemos nossos parceiros para levar o reservado. Minha esposa veio com 3 homens enquanto que dessa vez eu decidi observar. Enquanto ela rebolava no colo de um dos caras com as pernas abertas, o outros esfregava língua na bocetinha dela e o outro enfiava o pau na cara dela. Ela não quis dupla penetração, por isso, enquanto um comia a bocetinha dela, os outros dois se revezavam no boquete, que modéstia parte, ela fazia muito bem. Tinha uma boquinha deliciosa que lambia como ninguém, além de ter uma garganta profunda. Eu não segurei e comecei a bater uma punheta enquanto eu via os caras comendo a minha esposa, nossa sintonia é tão grande que quando ela gritou de tesão ao gozar, eu gozei junto.

Saímos do quarto e fomos para a boate onde estava acontecendo um desafio de strip-tease e a ganhadora levaria um combo de champagne. Como aquela noite nós estávamos com um espírito diferente, ela me olhou e deu um meio sorriso indo em direção ao palco onde começou a dançar de forma sensual. Ela literalmente tirou peça por peça e enquanto ela dançava, vários caras chegavam perto acariciando seus seios, bunda e boceta enquanto ela ria e abria as pernas. Foi uma das cenas mais deliciosas que eu tive o prazer de ver. Uma ninfetinha sobe ao palco e começa a chupar seus peitos e com sua língua vai descendo pela barriga da minha mulher chegando com a língua na xaninha dela. O público foi à loucura e meu pau já estava dolorido de tesão novamente. Por fim, nós ganhamos o combo de bebida e convidamos a ninfetinha para beber conosco. Transamos com ela logo depois.
Convidei minha esposa para ir embora porque eu ainda queria meter nela com toda a minha força para mostrar a ela quem era o dono daquela boceta.

Quando chamamos o motorista, notei que ela rapidamente sentou no banco da frente. Eu sabia o que ainda faltava para ela… dar para o motorista, aquela safada. Com o vestido muito curto, ela dobrou as pernas, o que fez ele subir até quase a bunda ficar de fora. Do nada, ela abriu as pernas e disse “Está quente aqui, você não acha?” e olhou com aquela cara de piranha que ela costumava fazer na casa de swing. Meu pau já estava duro e latejando enquanto que o motorista já estava alucinado. E sem se preocupar comigo, ele começou a passar a mão na xana dela. Eu sabia que ela estava encharcada só pelo suspiro de prazer que ele soltou. Quando ele enfiou um dedo nela, ela gritou de prazer e em seguida olhou para mim e me mandou um beijo. Quando um semáforo fechou, ele rapidamente abriu o decote dela e chupou os peitinhos que já estavam com o bico duro. Quando ele foi em direção a boca dela para beijá-la ela falou “Minha boca é só do meu marido” e nessa hora meu pau deu mais uma latejada.

Quando chegamos em nossa casa, insistimos para que ele colocasse o táxi dentro da nossa garagem e assim recomeçamos a sacanagem. Eu sentei no banco da frente com meu pau para fora enquanto minha esposa empinava a raba para o motorista meter na bocetinha dela. E ele meteu com tanta vontade que a fez gritar de prazer… Depois, ela sentou com a bocetinha toda melada no meu pau e começou a chupar o motorista que viu o prazer que aquela boca é capaz de dar. Em seguida, ele a pegou no colo e a jogou sob o capô do carro, abriu as pernas dela e só meteu… enquanto isso, ela tocava uma punheta para mim com aquela mão experiente.
Nós paramos no chão da varando com o motorista abaixo dela metendo no cuzinho dela e eu vindo por cima com minha pica na sua bocetinha. Ali, aquela safada quis dupla penetração. Acredite, foi uma das melhores gozadas da minha vida. Minha esposa gozou tanto que ficou toda mole e lambuzada com minha porra que foi para os peitos dela enquanto que o motorista encheu seu rabinho.
Quando acabamos, nos despedimos do motorista e fomos para a nossa cama. Transamos de novo… aquela mulher não queria parar e quem era eu para recusar. Comi o cuzinho dela com força e de uma forma deliciosa.
Ter uma esposa safada é um privilégio e todas as vezes que voltamos ao swing lembramos dessa noite. Mas agora, nós variamos os motoristas e às vezes trazemos a ninfetinha com a gente para fazermos uma troca de casal gostosa.

1 Comentário

  1. Beto disse:

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