Estudo revela o segredo dos relacionamentos abertos de sucesso

Sexo e masturbação podem ajudar na prevenção contra o novo Coronavírus
3 de abril de 2020
Confira e-books eróticos totalmente grátis pra você baixar
Confira e-books eróticos totalmente grátis pra você baixar
20 de junho de 2020

Estudo revela o segredo dos relacionamentos abertos de sucesso

Estudo revela o segredo dos relacionamentos abertos de sucesso

A cada dia mais os relacionamentos abertos estão crescendo. As constantes mudanças acerca da maneira como nos relacionamos e a quebra de padrões do que é um relacionamento vêm alterando de forma profunda os conceitos do que é “certo” e “errado” no jogo dos afetos. A ciência, então, já abriu os olhos para identificar como nós lidamos com diversos tipos de arranjos afetivos.

 

Hoje a gente vai falar do estudo ‘Sexual need fulfillment and satisfaction in consensually nonmonogamous relationships’, em tradução livre ‘Satisfação sexual em relações não monogâmicas consensuais’. A pesquisa busca entender como as pessoas envolvidas em relacionamentos se sentem sexualmente – frustradas ou felizes -, de acordo com o tipo de arranjo que se tem com seu parceiro.

 

A pesquisa conversou com 1700 pessoas que responderam um questionário anônimo, falando sobre sobre a sua vida sexual. Os estudos mostraram que pessoas com relacionamentos consensuais não monogâmico, ou seja,  que transavam com seu parceiro e com outras pessoas de maneira declarada, duravam mais juntas do que qualquer outro grupo analisado.

 

Relacionamentos abertos têm crescido ao redor do mundo

 

Foram analisadas também pessoas em relacionamentos parcialmente abertos – em que os participantes não tem consensos estabelecidos e diferem em vontade de ficar com outras pessoas -, em relações monogâmicas “puras” e pessoas que tinham relações extraconjugais.

Segundo os dados, pessoas monogâmicas e pessoas com relacionamentos consensualmente não-monogâmicos eram as mais satisfeitas sexualmente e afetivamente. Em contraponto, pessoas que mantinham relações extraconjugais não consensuais – gente que bota chifre – eram as menos satisfeitas com a sua vida sexual.

 

Moral da história? Ou vai, ou racha. Mesmo que seja muito difícil ter essa conversa, é importante que ambas as partes tenham tudo bem acordado. Esse é o segredo que a pesquisa revela: definir consensualmente os limites para um namoro é um passo importante para manter a confiança em seu parceiro e reduzir ciúmes, inseguranças e traições.

 

Pessoas com relações não monogâmicas acordadas também tinham maior tendência a serem heteroflexíveis (bissexuais ou LGBT). 80% dos participantes da pesquisa eram brancos e dois terços tinham entre 20 e 29 anos. O tempo médio de namoro entre os que estavam em uma relação era de 4 anos e meio. A pesquisa foi comandada pela Universidade de Rochester, de Nova York.

 

Fonte: Hypeness

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *