Noites de férias: descobrindo ser voyeur

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Noites de férias: descobrindo ser voyeur

Me descobri uma voyeur aos 27 anos e da forma mais pervertida possível. Antes, nunca havia pensado nisso.

Como tudo começou…

Era uma noite do mês de dezembro quando acordei no meio da noite morta de vontade de ir ao banheiro. Mas foi logo abrir a porta do meu quarto, já escutei uns barulhos vindos da sala. Mesmo sonolenta, logo percebi que era sexo. Meu irmão e minha cunhada passavam as férias na casa dos meus pais, e o apartamento só tinha dois quarto. Meu irmão preferiu dormir na sala. Cheguei até a oferecer meu quarto para os dois, e eu dormiria na sala, mas eles insistiram.

De cócoras

Nunca imaginei que aquela situação mexeria tanto comigo. Senti minhas pernas enfraquecerem. E todo meu corpo esquentou, parecia pegar fogo. E tremendo muito fui saindo do quarto lentamente e me aproximando do fim do corredor. Não poderia ser notada, eu morreria se isso acontecesse. E quando notei já estava de cócoras, encostada no fim da parede do corredor que dava para sala.  Enquanto eu olhava aquela cena há alguns instantes, então me veio a cabeça o pensamento de que eu não tinha escolhido o fato, de querer ou não espiar “meu irmão” transando com a esposa. Eu já estava ali. Fiquei de cócoras porque eu queria me esconder, me tornar invisível, de cócoras porque não me aguentava de pé.

E por mais de vinte dias isso se repetiu. O que começou por acaso, agora eu não dormia até o fato se consumar. E como eu também estava de férias, não me importava em acordar depois das onze da manha.

Eles transavam compulsivamente todas as noites. Sempre com muito sexo oral e muito anal. E muito, muito esperma. Em muitos momentos eu não podia ver o que eles faziam, para não ser flagrada. Mas ouvia tudo, e estava ali de cócoras encostada na parede a poucos metros da cena.

Em detalhes….

Confesso que no auge da loucura me colocava dentro da cena, no lugar da minha cunhada, mesmo não querendo aceitar que aquele homem era meu irmão.  De cócoras, eu me masturbava, vendo o que poderia ser o que ela mais gostava.

Ele enfiava a cara no meio da bunda dela, de quatro, e entre lambidas na boceta, passava horas lambendo e chupando profundamente seu ânus. Ela parecia doida empurrando a bunda para trás, enquanto ele fazia movimentos para penetrar nela com sua língua.

O sexo deles era animal. E das vezes que acompanhei até o final da cena, era sempre com muito esperma. No rosto e principalmente na boca da minha cunhada, que aparentemente não tinha dificuldade nenhuma em engolir.

 

Os dias das férias foram passando, mas o que importava pra mim, e acho que para eles também eram as noites.

 

Nessa

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